Sobre Nós

Fátima Mariano

Sou uma apaixonada por animais desde que me conheço. Quando comecei a ler com desembaraço e a ter muitos «Porquê?» na cabeça, apaixonei-me pelo Jornalismo. Pouco depois, perdi-me de amores pela História. Licenciei-me em Ciências da Comunicação (1997) e sou mestre (2005) e doutora (2018) em História Contemporânea, sempre pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Trabalhei no Diário de Notícias (Agosto de 1997-Março de 1998) e no Jornal de Notícias (Janeiro de 1998- Outubro de 2014), além de ter colaborado com outros órgãos de informação. Fui presidente da direcção do Clube Português dos Coleccionadores de Pacotes de Açúcar.

Prémios:

1.º lugar da 2.ª edição do Prémio de Jornalismo Hospital Veterinário com uma reportagem sobre obesidade nos animais de estimação (2012).

1.º lugar da 1.ª edição do Prémio de Jornalismo Hospital Veterinário com uma reportagem sobre diabetes em animais (2011).

Prémio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República – programa de edição de teses e dissertações 2010 com a tese de mestrado intitulada «Génese e desenvolvimento do movimento feminista português (1890-1930)» (2011).

Diana Quintela

Nasci em Lisboa em 1985, mas foi em Macau que vivi a infância e o início da adolescência. Com 15 anos, regressei a Portugal e ingressei no Colégio Moderno. Frequentei o curso de Fotografia na ETIC (Escola de Imagem e Comunicação e Imagem) entre 2000 e 2003 e concluí a licenciatura em Fotografia e Cultura Visual no IADE (Escola Superior de Design, Marketing e Publicidade) em 2009. Pelo meio, ganhei uma bolsa do programa Leonardo da Vinci, que me permitiu realizar um estágio profissional na Finlândia na área do fotojornalismo na empresa Creamedia Finland Ldt. No regresso, estagiei no Diário de Notícia, Público e em A Capital até ao seu fecho. Actualmente, trabalho como freelancer para a agência Global Imagens e diversas publicações periódicas portuguesas e estrangeiras.

José Sérgio

Nasci em Maputo em 1970. Enquanto crescia, fiz muito desporto e algum teatro, mas acabei por fixar-me na fotografia, que veio a ser a minha actividade profissional. Ainda em Moçambique, iniciei-me como fotógrafo na Editora Escolar INDE e trabalhei como fotojornalista para vários órgãos de informação, paralelamente a outros trabalhos de produção e edição fotográfica. Entre 1996 e 1999, integrei a organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras como supervisor operacional e responsável pela cobertura fotográfica de programas de combate à cólera. Já em Portugal, fui fotojornalista do semanário Blitz de 2000 a 2006 e do semanário Sol entre 2006 e 2015. Actualmente, sou fotógrafo freelancer.

Prémios

Prémio Comunicação 2015 “Pela Diversidade Cultural” atribuído pelo Alto Comissariado para as Migrações com a reportagem intitulada «Estrangeiro, o que vês!» (texto de Ana Cristina Câmara).

Prémio de Jornalismo 2012 ‘Pela Diversidade Cultural’, categoria Imprensa Escrita, atribuído pelo Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural com a reportagem intitulada «Uma orquestra de todos» (texto de Ana Cristina Câmara).

Portfólio: http://josesergio.com

Tiago

Nasci, cresci, estudei, casei, tive filhos, trabalho. Criador de o cartoon sem desenhos, a bem destes «Bichos» juntei o mínimo de desenho para que sejam reconhecíveis. Tive e tenho os meus bichos, antropomorfizei-os como todos fazemos e vamos ver o ponto de vista deles: o meu periquito, que afinal foram quatro, sem que eu desse conta dessas reencarnações, chilreava naquele tom irritado que têm quando continuam com a gaiola tapada quando já é de dia. Artista dos voos picados pelo quarto, com janela tapada para não buscar a liberdade da margem sul do Tejo. Deixei-me de aves. Os meus cães, a começar na alma agradecida com mau feitio pontual a quem me lembro de dar abraços enquanto dormia e que em vez de ron-rom, rosnava ou suportava o aconchego e a terminar na alma agradecida com a língua mais rápida do faroeste, mãe solteira extremosa. Deixei-me de cães. Os peixinhos de aquário que nunca viveram tempo suficiente para aprenderem truques. Deixei-me de peixes. O nosso gato que ora é tigre, ora peluche. Mas não é o Hobbes. Hei-de deixar-me de gatos. Por enquanto, desenho.

Facebook: o cartoon sem desenhos