Preservação

Flamingos do Zoo de Lisboa têm uma casa nova

Visitantes do parque poderão conhecer as novas instalações destas aves pernaltas no próximo domingo, quando se assinala o Dia Mundial do Flamingo
Bichos
Flamingos do zoo de Lisboa com novas instalações
Flamingos do zoo de Lisboa com novas instalações
Estas aves pernaltas costumam andar em grupo (Foto: Carlos Nunes/Jardim Zoológico de Lisboa)
Flamingos do zoo de Lisboa têm uma nova casa
Os flamingos mantém o mesmo par toda a vida (Foto: Carlos Nunes/Jardim Zoológico de Lisboa)
Flamingos do zoo de Lisboa têm uma casa nova
O flamingo-rubro é oriundo da América Central (Foto: Carlos Nunes/Jardim Zoológico de Lisboa)
Flamingos do zoo de Lisboa têm uma casa nova
Domingo assinala-se o Dia Mundial do Flamingo (Foto: Carlos Nunes/Jardim Zoológico de Lisboa)

No próximo domingo, Dia Mundial do Flamingo, os visitantes do Jardim Zoológico de Lisboa vão poder conhecer as novas instalações destas aves pernaltas. Entre as 11h e as 18h, os mais novos vão poder construir “o seu flamingo” num ateliê de trabalhos manuais, enquanto aprendem várias curiosidades sobre estes animais e o novo espaço criado especificamente para eles.

 

Em comunicado, o Zoo de Lisboa explica que a nova casa dos flamingos tem diferentes tipos de substrato (relva, argila e areia) para que na época de nidificação eles possam construir os seus ninhos. Têm também à sua disposição dois pontos de água: um para beberagem e outro para que possam tomar banho em pequenos grupos.

 

Ainda segundo o parque, foram semeadas várias espécies de plantas que, no futuro, formarão uma barreira visual e servirão se abrigo aos animais.

 

Os flamingos são uma espécie monogâmica. Constroem os seus ninhos perto da água, em forma de taça, para que a variação dos níveis da água não coloque em risco os ovos ou as crias. Por esse motivo, junto à área de nidificação das novas instalações, foi criado um sistema que permite controlar a subida e descida da água.

 

O flamingo-rubro (Phoenicopterus ruber) é uma espécie que vive nas margens de lagoas, salinas, rios e estuários da América Central. Apesar de a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, sigla em inglês) classificar o seu estatuto de conservação como pouco preocupante, o Zoo de Lisboa lembra que a crescente perturbação humana e a perda do habitat natural podem comprometer o futuro destes animais.

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