EUA

Tripulação de avião salva cadela com máscara de oxigénio

Darcy, uma buldogue francês com três anos de idade, sentiu-se mal num voo entre a Flórida e Massachussetts. Graças à pronta intervenção dos comissários de bordo, recuperou rapidamente
Bichos
Cães de focinho curto, como os buldogue, são mais propícios a terem problemas respiratórios (Foto: Michele Brut/Facebook)

O voo entre a Flórida e Massachussetts (EUA) decorria normalmente, na noite de quinta-feira, quando Steve e Michele Brut viram que algo de errado se estava a passar com Darcy, uma cadela de raça buldogue francês com três anos de idade, que viajava numa transportadora debaixo do assento. Ao retirá-la da transportadora, Michele verificou que a língua de Darcy estava azul e que esta “estava em pânico e a respirar de foram ofegante”.

Ao aperceberem-se do que se estava a passar, dois dos membros da tripulação da JetBlue, Renaud Fenster e Diane Asher, intervieram rapidamente. “Eu estava a passar pela cabine quando reparei que uma das passageiras tinha uma cadela ao colo que não parecia estar muito bem… Acredito que ela chegou a desmaiar”, contou Renaud Fenster ao programa Good Morning America, segundo a ABC News. “A cadela começou a ofegar muito depressa e de forma incontrolável, e eu, que também tenho um buldogue francês, sabia que ela estava a aquecer e precisava de gelo. Trouxe algum, mas não aconteceu nada”.

Renaud Fenster decidiu, então, dar-lhe oxigénio. “Liguei ao capitão e disse-lhes que precisava de oxigénio. Coloquei a máscara na cadela e ela recuperou como se não tivesse acontecido nada”, contou.

Citada pelo Daily Mail, Michele Brut considera que Renaud e Diane salvou a vida do animal. “Algumas pessoas podem reduzir o valor da vida porque a Darcy é uma cadela, mas eu não”, sublinhou, dizendo que ela só voltará a voar se o médico veterinário aprovar.

Michele Burt escreveu uma carta à JetBlue a agradecer tudo o que foi feito para salvar Darcy.

Segundo a Fox News, os cães que têm um focinho curto, como é o caso dos buldogues, são mais propícios a sofrerem de problemas respiratórios. Durante os voos, são mais vulneráveis às mudanças da qualidade do ar e da temperatura. Muitas companhias aéreas recusam-se a transportar estes cães no porão por este motivo.

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