Biodiversidade

SPECERE, ou um olhar sobre a diversidade do mundo natural

Mais de 1000 espécimes das reservas de colecção podem ser vistas nesta mostra aberta ao público até Dezembro de 2023 no Museu Nacional de História Natural e da Ciência
Bichos
Borboleta

(Fotos: Direitos Reservados – MUHNAC)

Aves e mamíferos naturalizados, insectos, colecções em meio líquido (incluindo invertebrados marinhos, peixes, répteis e anfíbios), rochas, minerais, fósseis, conchas e folhas de herbário são alguns dos mais de 1000 espécimes que podem ser vistos na exposição SPECERE, patente no Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC), em Lisboa, até 31 de Dezembro de 2023.

De entre os espécimes expostos, destaque para um peixe capturado numa expedição do rei D. Luís, um bufo-real (Bubo bubo) coletado em 1886 em Fornos de Algodres e uma cobra-lisa-meridional (Coronella girondica) que data de 1862.

Esta mostra tem como objectivo mostrar ao público a diversidade das colecções de história natural do MUHNAC e do Instituto de Investigação Científica e Tropical, compostas por um total de 1,3 milhões de espécimes, incluindo colecções geológicas, botânicas e zoológicas.

Para Judite Alves, comissária científica da exposição e responsável pelo Departamento de História Natural do MUHNAC, é importante o público compreender “a razão do investimento que se faz para manter estas colecções” e interiorizar que “as colecções são parte do nosso património científico e cultural” e têm “um valor concreto para a sociedade” ao permitir abordar questões como as alterações climáticas, a conservação da biodiversidade e a monitorização ambiental, entre outras.

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